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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Branca Como o Leite, Vermelha Como o Sangue – Alessandro D’Avenia

Resultado de imagem para Branca Como o Leite, Vermelha Como o SangueOlá pessoas!!!


Trouxe este livro, um romance de primeiro amor, bem filosófico, bem doce, cheio de poesia. Uma história de adolescente e que virou filme. Então vamos à história.

Léo é um rapaz de 16 anos que classifica a vida dele como vermelha. Sua paixão é Beatrice que tem seus cabelos ruivos. Apaixonado no anonimato, nem sabe se ela sabe da existência dele. Vive num pensamento se deve aproximar e tentar fazê-la se corresponder, mas tem medo de se aproximar. Com a ajuda de sua amiga em comum, a Silvia manda algumas mensagens, mas não são correspondidas. Dilemas de pré-adolescentes.

Ás vezes sua vida é branca. Vivendo nessa pré adolescências sente só, com um vazio, que seu melhor amigo não entende, e às vezes tem que consultar Silvia, que sempre entende e está ali para ouvir.
Quer ser o espertão da classe, faz piadas com professores e tal, mas um novo professor substituto de filosofia fez diferente com ele e chamou a atenção para algumas questões.


"Uma vida sem sonhos é um jardim sem flores, mas uma vida de sonhos impossíveis é um jardim de flores de mentirinha."


Resultado de imagem para Branca Como o Leite, Vermelha Como o SangueBeatrice uma menina linda, cabelos cacheados ruivos, começou faltar bastante na escola por causa de uma doença. Essa doença acabaria a fazendo ficar sem seus lindos cabelos e fraca. Precisou de sangue e Léo assim que soube foi fazer a doação.

Essa história é lindinha, fala bastante sobre a morte e a vida, o amor e sonhos.

Agora falando sério sobre este livro:

SPOILER


É um livro em forma de poesia e não tive muita paciência. O personagem não parecia que tinha 16 anos, mas uns 10 no máximo, muito imaturo, muito besta. O que salva o livro é a personagem chamada Silvia, muito fofinha, era a friendzone. A história em si sobre o câncer e a morte no final é clichê e já esperava por isso, não foi novidade. O diferencial foi a forma que foi escrito, como se transformasse uma poesia em texto. Um saco para ler sobre o primeiro amor.