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segunda-feira, 27 de março de 2017

Os demônios de Henry - Vivendo Com A Esquizofrenia: Pai E Filho Contam Sua História



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Olá pessoas!
Trouxe um livro diferente hoje. Gosto muito de livros que retratam doenças ou deficiências e este é um caso real onde pai e filho escrevem sobre a sua convivência com a esquizofrenia. Eu sou amante de estudo de doenças da mente e por isso me atraiu a leitura. Não foi fácil, mas foi muito interessante. É um livro pesado, escrito de uma forma fácil de entender. Demorei muito pra terminar, mas valeu à pena. 


Como já consta no título Henry sofre de esquizofrenia,
 porém ele não aceita que aquilo que ele vive dentro da sua mente não é real e não aceita tomar os remédios que o controlaria. Ele ajuda seu pai Patrick a contar a sua história e fazer-nos entender o que estava acontecendo com ele.

Patrick trabalhava em um país diferente, seu serviço exigia que ele vivia se mudando, por isso sua família se instalou em um local e ele vivia viajando a trabalho. Eis que ele recebe uma ligação de sua esposa informando que seu filho não estava bom. O menino fugia das clinicas, cuspia os remédios, ficava nu, gostava de andar todo mulambento, mas ele fazia isso tudo porque, segundo ele, as árvores mandavam, ou o objeto chamava, ou aquilo dentro da sua mente mandava e se ele não fizesse não ia ser bom.

 Seu pai achou por bem abandonar o serviço e viver mais perto de Henry, dar o apoio. Sua esposa já estava cansada de se preocupar sempre que ele fugia e ficava desaparecido, Foi uma saga a mudança de clinicas, algumas eram boas em alguma coisa, como o tratamento, outras em segurança pessoal ou em segurança de tomar remédios. Para o Henry todas as clinicas que passou parecia uma jaula, um aprisionamento. ele que sempre teve o espírito livre, gostava de artes, inclusive a faculdade que fazia era de artes, pintava quadros, gostava de músicas e de conversar com estranhos.

Não tenho muito mais o que dizer do livro, a não ser que a ajuda e o apoio da família é chave para a melhora e a pessoa tomar os remédios, fazer controle com psiquiatra/psicologo trás uma evolução naquele sofrimento.