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sábado, 18 de abril de 2015

Em Chamas - segundo livro de Jogos Vorazes

Olá pessoas!

Voltei para dar continuidade na trilogia que continuo amando!!!

OBS:  Pode ser que contenha spóiler, prometo que não é tão comprometedor (já que é uma triologia e não tem como falar deste sem citar algo do anterior)


Aqui Katnis e Peeta, nossos principais personagens por serem os vencedores do jogos fazem uma turnê de vencedores, e assim nos faz saber mais sobre esses outros distritos.
Nessa turnê ela percebe que o ato que fez os salvar foi reconhecido pelo povo como rebeldia e ela e seu broche de tordo podem simbolizar força para um possível nova rebelião. Diante dos acontecimentos recentes, o presidente Snow fez questão de encontrá-la para uma conversinha e a coisa fica tensa.

"Qualquer ato de rebelião que possa ter existido foi puramente casual. Mas quando a Capital decreta que apenas um tributo pode ficar vivo e você tem a audácia de desafiá-la, imagino que isso por si só já seja uma rebelião(...)"


A maioria do início do livro não tem grandes acontecimentos, pois eles apesar de mudar de casa e terem dinheiro como nunca teve antes, continuam fazendo as mesmas atividades de antes. 

A história mesmo acontece quando nossos personagens que agora são amigos de verdade e descobriram que os pesadelos diários somem quando estão juntos, ficam sabendo que haverá o ano do Massacre Quaternário, que é uma "diversão" extra, porém terrível para os antigos tributos que serão convocados novamente para a arena...

A partir daqui seu eu contar algo fica comprometedor e nada mais chato que ficar sabendo do acontecimento sem estar acompanhando, mas posso adiantar que além de tentar saírem vivos da arena, tentam fazer que sua família e amigos permaneçam vivos, isso torna ainda mais emocionante a leitura e não me decepcionou nadinha e já estou ansiosa para continuar a leitura.

Vou colocar aqui um trecho de Katinnis pensando sobre o novo desfio:

"Prim... Rue... por acaso não são elas o principal motivo de eu tentar lutar? Porque o que foi feito com elas é algo tão errado, tão além de qualquer justificativa, tão malévolo que não me dá nenhuma outra escolha? Porque ninguém tem o direito de tratá-las como foram tratadas?"